Redes sociais como conflito

As redes sociais tornaram-se palco para a expressão do inconsciente colectivo. nelas, projectamos medos, frustrações e desejos de reconhecimento. O que deveria ser um espaço de diálogo e partilha muitas vezes transforma-se num terreno de hostilidade, onde a crítica legítima dá lugar ao ataque, e o debate é substituído pelo bullying digital. Como se asContinueContinue a ler “Redes sociais como conflito”

A recusa da mulher como vítima: para uma visão de um novo feminismo

O feminismo contemporâneo enfrenta o desafio de libertar a mulher da narrativa que a coloca sempre no lugar da vítima. Ao longo da história, muitas autoras identificaram como a cultura patriarcal produz esta posição. Actualmente, é necessário repensá-la. Simone de Beauvoir, Virginie Despentes, Audre Lorde e Bell Hooks oferecem perspetivas distintas, mas convergentes, na construçãoContinueContinue a ler “A recusa da mulher como vítima: para uma visão de um novo feminismo”

A ética do respeito

Ser discreta é uma forma de lealdade. Nunca me foi natural atravessar as fronteiras da intimidade alheia; sempre senti que o que pertence ao outro deve permanecer protegido, como um jardim que só floresce quando não é pisado. O que me dói é perceber que nem todos entendem este silêncio como respeito e que aContinueContinue a ler “A ética do respeito”

Mitos sobre a hipnose clínica

O que lhe ocorre quando pensa em hipnose? Imagina um espetáculo com alguns dos seus amigos no palco a ladrar como cães? Imagina alguém que balança um pêndulo e os olhos da pessoa começam a rodopiar? Estes são alguns dos exemplos a que a hipnose é tipicamente retratada; no entanto, essa ideia tem pouca semelhançaContinueContinue a ler “Mitos sobre a hipnose clínica”