Amar, diria Bell Hooks, é uma prática, um verdadeiro compromisso revolucionário. Não um capricho ou um acaso, mas de um exercício diário de cuidado, de respeito e de crescimento mútuo. Bauman, por outro lado, descreve o amor de forma líquida, como experiência volátil, onde o desejo se confunde com o consumo e o medo daContinueContinue a ler “O amor entre a sede e o medo”